• Executivo quer infra-estruturas modernas na reabilitação do Hospital Américo Boavida


    A ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta, declarou, esta quarta-feira, que o Hospital Américo Boavida, em Luanda, deve ter infra-estruturas modernas e afirmar-se como um centro de excelência para assistência, formação e investigação médica.

    Sílvia Lutucuta falava durante um encontro que realizou à sede do grupo PowerChina, um dos maiores conglomerados na construção de infra-estruturas hospitalares, no quadro da visita de trabalho na República Popular da China.

    Em nota de imprensa, o Ministério da Saúde destaca que a missão tem como objectivo assegurar que o Hospital Américo Boavida seja equipado com infra-estruturas modernas e tecnologia médica de última geração, alinhadas com os mais elevados padrões internacionais de qualidade, segurança e sustentabilidade.

    "O Governo de Angola será inflexível quanto à qualidade das infra-estruturas e dos equipamentos", disse, citada na mesma nota.

    O encontro contou igualmente com responsáveis da Sinohydro em Angola, empresa executora do projecto, e centrou-se na avaliação da qualidade das obras, da certificação e da conformidade dos equipamentos médicos, bem como no cumprimento rigoroso das especificações técnicas definidas pelo Ministério da Saúde.

    Neste contexto, encontram-se em curso vários projectos estruturantes, com destaque para o Hospital dos Queimados, no município do Kilamba, o Instituto de Anatomia Patológica Forense, no Camama e o Hospital Américo Boavida, no Rangel, este último considerado uma das peças-chave para o fortalecimento e a sustentabilidade do Sistema Nacional de Saúde.

    A ministra esteve acompanhada pela embaixadora de Angola na China, Dalva Ringote Allen, tendo sido recebida pelo membro da direcção do grupo, Yu Libo.