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Governo 05-05-2026
Presidente João Lourenço anuncia instalação de mais parques solares

O Presidente da República afirmou nesta segunda-feira, na província do Moxico, que a entrada em funcionamento do Parque Solar Fotovoltaico do Luau, mais do que aumentar a oferta de um bem essencial para a vida das pessoas, é sobretudo um grande investimento para o desenvolvimento sustentável do país.

A informação foi avançada em conferência de imprensa após o Titular do Poder Executivo, João Lourenço, ter constatado as obras de reabilitação da Estrada Nacional 190 e 250 e inaugurar o Parque Solar Fotovoltaico do Luau, ambos na província do Moxico-Leste, que vai fornecer energia eléctrica a mais de 20 mil habitações no município.

O Presidente João Lourenço destacou que o aumento da oferta de energia eléctrica e de água potável são premissas para o desenvolvimento económico, social e para a melhoria da saúde pública de qualquer país.

“Estamos interessados em ter cidadãos saudáveis com o aumento da oferta de água potável e trabalhar para que o país se possa desenvolver a uma velocidade que seja satisfatória nos próximos anos”, ressaltou João Lourenço, sublinhando, por outro lado, que não pode haver desenvolvimento e surgimento de indústrias sem que se invista no sector da Energia.

Angola vai ter mais parques fotovoltaicos
Além dos centrais já existentes, designadamente a de Saurimo, Lucapa, Baía Farta, Biópio, Cazombo, Cuito, Bailundo, Luena e Luau, o Chefe de Estado avançou que, por razões de instabilidade no mercado internacional do petróleo, o projecto de instalação de parques solares vai continuar em todas as 21 províncias do país.

“Ali onde a luz da rede nacional não chegar, nós vamos encontrar como alternativa os parques solares, sobretudo os de última geração, que têm a capacidade de armazenamento da energia produzida durante o dia para que possa ser consumida 24 horas por dia.

O Presidente referiu que mais do que concretizar a instalação das centrais fotovoltaicas em 60 localidades do país, o esforço do Executivo vai ser o de levar a energia a todos os angolanos, não importa a fonte, se hidroeléctrica, térmica ou se energia fotovoltaica, porque “a nossa luta é electrificar todo o território nacional”.

Entre as três fontes de energia, João Lourenço referiu que o Executivo vai privilegiar as limpas, sobretudo a hidroeléctrica e a fotovoltaica, por serem as mais seguras e reduzem consideravelmente a produção de energia com base em combustíveis fósseis, ajudando o Estado a poupar dinheiro.

População foi chamada a vigiar a infra-estrutura
O Presidente João Lourenço apelou às comunidades a terem maior responsabilidade em termos de segurança, para garantir que empreendimentos do género não sejam vandalizados.

“Os pais e as autoridades tradicionais devem, na comunidade, educar, sobretudo os jovens, para a importância do projecto, que são para eles”, alertou o Presidente João Lourenço.

Segundo o Presidente da República, não basta somente educar, é preciso vigiar, caso algum jovem compareça na aldeia, ou no bairro, com um painel, é evidente que roubou, e é preciso denunciar para as autoridades legais responsabilizarem criminalmente, se for provado o furto.

Energia deixa de ser um obstáculo
O ministro da Energia e Águas, considerou a entrada em funcionamento do Parque Solar Fotovoltaico do Luau uma prova de que quando há união e vontade entre a política e conhecimento técnico é possível transformar o projecto em realidade.

Ao fazer considerações no acto de apresentação do projecto ao Presidente da República, disse que “hoje foi inaugurada não só uma infra-estrutura, mas sim uma nova etapa na vida das famílias, em que a energia deixa de ser um obstáculo e passa a ser um motor de desenvolvimento, mostrando que Angola tem liderança, capacidade, visão e coragem para apostar no futuro.

Segundo o ministro, o desenvolvimento não pode ser privilégio das cidades, “deve chegar onde as pessoas vivem, trabalham e sonham. Tem de chegar ao campo, às aldeias e às comunidades que durante décadas foram esquecidas”, observou o ministro.

João Baptista Borges referiu que a electrificação do Luau não é apenas um investimento local, é sobretudo uma peça fundamental para o sucesso do Corredor do Lobito, pois sem energia, não há logística moderna, e sem logística não há desenvolvimento regional.
Com o parque solar, frisou o ministro da Energia e Águas, o Luau transforma-se num ponto de força e o Corredor do Lobito ganha competitividade, sustentabilidade e impacto social real para o país.

Maior central construída
O Parque Solar Fotovoltaico do Luau vai atender mais de 100 mil habitantes e é a central solar com a maior capacidade de armazenamento de energia construída até agora no país, o que mostra uma clara aposta do Executivo nas “soluções tecnológicas avançadas, limpas, eficientes e ajustadas às necessidades do presente e às exigências do futuro”.

O ministro João Baptista Borges referiu que o Parque se insere na estratégia do Executivo para a expansão e diversificação da matriz energética nacional, com forte aposta nas energias renováveis, eficiência económica e na sustentabilidade ambiental.

Com esta infra-estrutura, ressaltou , o país vai reduzir, significativamente, a dependência de combustíveis fósseis para a geração local de energia, prevendo-se, no caso, uma poupança anual superior a 17 milhões de litros de combustível.

Ao mesmo tempo vai contribuir para a redução das emissões de gases com efeitos de estufa, reforçando o compromisso de Angola com a mitigação das alterações climáticas e a construção de um modelo energético mais limpo, eficiente e resiliente.

Fonte: Jornal de Angola
Governo 04-05-2026
Resiliência japonesa considerada modelo de inspiração para Angola

A resiliência do povo japonês foi considerada, nesta sexta-feira em Luanda, como um modelo de inspiração para o desenvolvimento económico de Angola.
A afirmação foi proferida pelo ministro das Relações Exteriores durante uma audiência, no Salão Nobre “Paulo Teixeira Jorge” do MIREX, quando falava sobre a vinda do homólogo nipónico como um "sinal claro da vitalidade das relações entre a República de Angola e o Japão, bem como do compromisso comum com o seu fortalecimento".

Na intervenção, citada por uma nota enviada ao JA Online, Téte António recordou que o Japão permanece com um parceiro de longa data, cujas relações diplomáticas distam de 1976 e evoluíram num quadro de respeito mútuo e cooperação consistente.

Por outro lado, enalteceu a capacidade de inovação tecnológica daquele povo asiático que o torna numa referência para os angolanos.

O titular da pasta do MIREX lembrou, igualmente, que esta cooperação atingiu um "momento determinante" e um "novo patamar estratégico" com a deslocação do Presidente da República ao Japão, em 2023.

Além disso, reiterou o reconhecimento pelo apoio japonês em sectores considerados estruturantes e destacou o papel preponderante da Agência de Cooperação Internacional do Japão (JICA) na implementação dos programas e projectos de cooperação técnica, promovidos por Angola, na perspectiva de aprofundamento da cooperação económica bilateral.

Afirmou também que o país prossegue com um programa de reformas orientado para a melhoria do ambiente de negócios e para a diversificação da economia.

Teté António, manifestou, ainda, o interesse em ver o Japão assumir um papel central neste processo e convidou o sector público e privado nipónico a explorar oportunidades além do sector energético, com foco na agro-indústria, economia azul, energias renováveis e digitalização.

Durante as conversações bilaterais, os dois ministros passaram em revista o estado actual da cooperação com realce as dinâmicas de cooperação nos planos bilateral e multilateral.

Neste contexto, foram identificadas novas áreas de cooperação, com destaque para os domínios das terras raras e do petróleo, tendo reflectido o interesse japonês em aprofundar a parceira em sectores estratégicos para ambas as economias e as duas entidades trocaram impressões sobre os laços bilaterais no âmbito da União Africana e da Conferência Internacional de Tóquio sobre o Desenvolvimento da África (TICAD).

Já o ministro dos Negócios Estrangeiros japonês expressou solidariedade para com as populações afectadas pelas cheias que atingiram a província de Benguela e provocaram perdas humanas, destruição de habitações e danos em infra-estruturas essenciais, no passado mês de Abril.

Estiveram presentes no encontro, de entre outras personalidades, o secretário de Estado para a Cooperação Internacional e Comunidades Angolanas, Domingos Custódio Vieira Lopes, e o embaixador do Japão acreditado em Angola, Hiroaki Sano.

Conheça o perfil da cooperação entre Angola e Japão:

Segundo o MIREX, as relações bilaterais entre a República de Angola e o Japão foram formalmente estabelecidas no dia 09 de Setembro de 1976, pouco depois da proclamação da Independência da República.

Desde então, os dois países têm consolidado uma parceria assente no respeito mútuo, na cooperação para o desenvolvimento e no reforço progressivo dos laços políticos, económicos e culturais.

Ao longo das décadas, esta relação evoluiu de um quadro essencialmente diplomático para uma cooperação estruturada e diversificada.

Um marco importante ocorreu com a abertura da Embaixada de Angola em Tóquio, em Novembro de 2000, seguida pela abertura da Embaixada do Japão em Luanda, em 2005, o que permitiu maior dinamismo no diálogo político e institucional.

No âmbito político-diplomático, Angola e o Japão mantêm um mecanismo regular de consultas bilaterais, formalizado através de um memorando assinado em 2011.

Este instrumento tem facilitado o intercâmbio de visitas oficiais e o alinhamento de posições em matérias de interesse comum, sobretudo a cooperação no âmbito da Conferência Internacional de Tóquio para o Desenvolvimento de África (TICAD), onde Angola tem desempenhado um papel activo.

A vertente económica constitui um dos pilares mais relevantes desta relação.

O comércio bilateral caracteriza-se pela exportação angolana de combustíveis e recursos minerais, enquanto o Japão exporta para Angola veículos, equipamentos industriais, ferro e aço.

Nos últimos anos, registou-se também um crescimento do investimento japonês em Angola, impulsionado por acordos como o de Promoção e Protecção de Investimentos, em vigor desde 2024, que cria um ambiente mais estável e atractivo para investidores de ambos os países.

O Japão tem desempenhado um papel relevante através da agência de cooperação, a JICA, que apoia projectos em sectores estratégicos como educação, saúde, agricultura, energia, formação profissional e telecomunicações.

A cooperação estende-se ainda à área das infra-estruturas e desenvolvimento económico, com projectos ligados ao Porto do Namibe, sistemas de abastecimento de água, energias renováveis e expansão de redes eléctricas.

Fonte: Jornal de Angola.
Governo 04-05-2026
Empresários australianos convidados a investir na economia angolana

Vários empresários australianos foram convidados a investir na economia angolana e a conhecer o país como destino turístico.
O convite foi formulado pelo embaixador de Angola na Austrália, António Luvualu de Carvalho, durante uma Conferência Académica, nesta quinta-feira (30), na Cidade de Melbourne, por ocasião das Celebrações do dia 4 de Abril, dia da Paz e Reconciliação Nacional em Angola.

Na ocasião, o diplomata apresentou, também, os dados económicos que atestam a confiança dos investidores estrangeiros na economia angolana, bem como o aumento do número de turistas que visitam o país nos últimos anos.

Além disso, destacou o facto de Angola ter presidido pela primeira vez, entre Fevereiro de 2025 e Fevereiro de 2026, a União Africana, mas também ter participado da Cimeira do G20 na África do Sul e ter sido o único país africano a receber uma visita de Estado do Presidente dos Estados Unidos da América, Joe Biden.

António Luvualu de Carvalho relevou, ainda, o facto do país ter acolhido o Pap
a Leão XIV de 18 a 21 de Abril último.

A iniciativa da Embaixada e o Australian Institute of International Affairs (AIIA) de Victoria aconteceu sob a designação "Angolan Peace and Reconciliation Day" e contou com académicos, membros do corpo consular acreditado na cidade de Melbourne, empresários, estudantes de várias universidades, pesquisadores de "think tanks" especializados em política internacional, jornalistas, e outros convidados.

Fonte: Jornal de Angola.

scm.gov.ao Ministra, Secretária do Conselho de Ministros

Ana Maria da Silva Sousa e Silva



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