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Governo 23-04-2026
Viajes National Geographic considera Angola melhor destino internacional 2026

O ano dourado para a projecção do turismo nacional no mundo prossegue e desta vez foram os leitores da Viajes National Geographic a votar Angola como o Melhor Destino Internacional 2026.

Num artigo escrito na Viajes National Geographic, em Janeiro de 2026, com o título "Angola, una joya por descobrir en el suro-este de África", pode-se ler que o território nacional é um lugar repleto de tesouros para os viajantes onde a "autenticidade, aventura, ritmo e hospitalidade" conduzem os visitantes aos mais diversos encantos da mãe natureza.

Este segmento destinado sobretudo para uma audiência espanhola, foca-se em dar a conhecer as paisagens, os países por meio de reportagens aprofundadas e peças detalhadas que convençam as pessoas a querer espreitar o pouco mais além do que está expresso nas fotos, que são cuidadosamente escolhidas para ilustrar tais destinos.

Este ano, contavam-se 98 países a concorrer entre si, divididos por 14 categorias, onde se incluía a selecção dos melhores destinos, hotéis, projectos de sustentabilidade, Angola capturou a atenção dos leitores e arrecadou um inesperado primeiro lugar como melhor destino internacional.

Por sua vez, a ilha de Menorca foi distinguida como o melhor destino sustentável, enquanto a título de exemplo a região de Corunha, na Galiza, foi votada como aquela que possui um melhor projecto de sustentabilidade turística.

O Ministério do Turismo manifestou um "elevado sentido de orgulho" pela conquista, assumindo que este é "o reconhecimento da imponência das nossas paisagens e riqueza imaterial da nossa cultura".

Trata-se, também, da consagração de um destino que se "afirma" cada vez mais pela sua "autenticidade e pela hospitalidade do seu povo".

Segue-se, igualmente, o agradecimento aos votantes, bem como aos que o ajudaram e ajudam a promover como um destino de excelência no cenário turístico global.

Lembramos que este prémio é impulsionado por um contexto no qual o sector turístico ainda enfrenta desafios para responder à demanda local e conseguir servir às necessidades dos angolanos, distinções como esta podem beneficiar ou alavancar a reforma progressiva que continua a verificar-se, nos últimos tempos, com a vinda de figuras internacionais como Speed, Will Smith, a Selecção Argentina, Joe Biden, e a mais fresca na memória de todos: o Papa, com a chegada de Navios ao Namibe e a Luanda, bem como os comboios Rovos Rail.

Com um potencial muito vasto para a exploração na área, apostar no turismo, como disse o titular da pasta do MINTUR na última conversa do Café Cipra ainda só é feito por aqueles que têm paixão, mas o objectivo é que um dia a realidade possa alcançar toda a população com uma oferta acessível a qualquer bolso e de qualidade, assegurou.

Fonte: Jornal de Angola.
Governo 23-04-2026
Papel estratégico do Corredor do Lobito discutido no Quénia

O papel estratégico do Corredor do Lobito no desenvolvimento económico de África é, hoje, em Nairobi, tema de discussão em um dos vários painéis da Cimeira “A África que Construímos”, iniciativa da Corporação Financeira Africana (AFC) e patrocinada pelo Governo do Quênia.

Delegados de mais de 40 países-membros da Corporação Financeira Africana (AFC, na sigla em inglês) discutem hoje e parte do dia de amanhã, numa das unidades hoteleiras de referência de Nairobi, a capital do Quênia, sobre “As Infra-estruturas como Motor da Industrialização de África”.

O presidente do Conselho de Administração e também da Comissão Executivo da Corporação Financeira Africana (AFC), Somaila Zubairu, vai dar as boas vindas aos participantes.

O discurso de abertura deve estar a cargo do Presidente da República do Quênia, William Ruto, estando entre as entidades VIP do evento o Chefe de Estado do Uganda, Yoweri Museveni.

Os dois chefes de Estado, o PCA e PCE da AFC, assim como o empresário nigeriano Aliko Dangote vão partilhar ideias no Painel Presidencial sobre a revolução industrial de que precisa África.

Os estadistas juntamente com
Os gestores seniores vão reflectir sobre o ambiente político certo para atrair e reter capital, a coragem industrial para construir em escala e a arquitectura de capital de desenvolvimento para transformar projectos em activos de investimento possíveis de obter crédito junto da banca intra e extra-continental.

Corredor do Lobito
O painel sobre o Corredor do Lobito vai analisar, de uma forma geral, como os corredores comerciais, quando projectados como ecossistemas integrados, ligando transporte, energia e capacidade industrial, tornam-se impulsionadores da transformação económica estrutural. Também como África pode dinamizar essa abordagem, com o Corredor Norte a leste e o Corredor Lobito a oeste a servirem como exemplos do que se torna possível quando os investimentos rodoviários, ferroviários e de energia são feitos de forma alinhada.

O painel vai contar com representantes do secretariado executivo do Corredor do Lobito e especialistas em transportes ferroviários e políticas de integração.

Ainda ontem, na apresentação do programa do Fórum aos jornalistas, durante conferência de imprensa, o director- adjunto e Chefe de Consultoria Financeira da AFC, Fola Fagbule, disse que a instituição está a mobilizar novos financiamentos para viabilizar o complemento da linha de ligação entre Angola e a Zâmbia.

Fola Fagbule disse que têm trabalhado com Angola, país que, no ano passado, ratificou a carta de compromisso e tornou-se membro da AFC, na concretização do ambicioso plano do Corredor do Lobito, uma das infra-estruturas essenciais e que serve de via do desenvolvimento e caminho da industrialização que o continente está a construir.

O Fórum “A África que Construímos” elegeu o tema principal “Infra-estrutura como Motor da Industrialização” e promete viabilizar financiamentos para os vários programas do continente, razão pela qual congratulam-se com os 48 estados subscritores do pacto da AFC e contam com as 60 entidades designadas pelos países como impulsionadores das várias estratégias concebidas e que vão colocar África no centro do desenvolvimento global.

Fonte: Jornal de Angola
Governo 22-04-2026
Comissão Económica analisou o Memorando sobre os Impactos do Conflito no Médio Oriente sobre a Economia Angolana

COMUNICADO DE IMPRENSA
A Comissão Económica do Conselho de Ministros realizou hoje, dia 22 de Abril de 2026, a sua 1.ª Sessão Extraordinária, na Sala de Reuniões do Palácio Presidencial, na Cidade Alta, sob orientação do Presidente da República, João Manuel Gonçalves Lourenço.
Nesta sessão, a Comissão Económica procedeu a análise do Memorando sobre os Impactos do Conflito no Médio Oriente sobre a Economia Angolana, documento que apresenta, de forma abrangente, as implicações da subida do preço do petróleo no mercado internacional, com efeitos nas finanças públicas, no sector financeiro, no investimento, nos transportes, no turismo, no sector petrolífero, bem como no acesso à fertilizantes, alimentos e outros bens essenciais.
O Memorando considera que esta alteração do contexto geopolítico poderá gerar impactos relevantes sobre múltiplos domínios da economia angolana, designadamente:
• Pressão sobre a despesa pública, em virtude da dependência do País em relação à importação de combustíveis refinados, com reflexo nas despesas associadas aos subsídios;
• Pressão inflacionária, decorrente do encarecimento de bens e serviços importados, com impacto sobre o poder de compra das famílias.
Em contrapartida, o Executivo assinala que a valorização do preço do petróleo constitui uma oportunidade para o reforço das receitas públicas, no âmbito da execução do OGE 2026.
Paralelamente à identificação dos riscos e das medidas concretas destinadas a mitigar os impactos adversos e a potenciar eventuais oportunidades emergentes deste contexto internacional sobre diversos domínios da economia nacional, a Comissão Económica recomendou:
• Antecipar, no âmbito da execução do OGE 2026, a disponibilização de recursos para a constituição de reservas estratégicas de fertilizantes,

• pesticidas, sementes, vacina animal, bens alimentares, medicamentos e insumos de saúde;
• Reforçar a reserva estratégica de combustíveis;
• Manter o quadro de medidas de estímulo para a dinamização da produção interna de bens essenciais de consumo; e
• Acelerar as medidas de promoção do “Destino Angola”, incluindo a estratégia MICE (Meetings, Incentives, Conferences and Exhibitions), com o objectivo de aumentar o fluxo de turistas e captar eventos internacionais.
Na mesma ocasião, a Comissão Económica apreciou um Projecto de Decreto Presidencial que aprova um conjunto de medidas imediatas de apoio e alívio económico aos agentes e unidades económicas afectadas por calamidades naturais em 2026, estabelecendo mecanismos excepcionais de recuperação das actividades económicas dos referidos agentes e unidades económicas, de modo a permitir a retoma das operações e a manutenção dos respectivos postos de trabalho.
O referido diploma visa a implementação de medidas imediatas de natureza financeira e fiscal, com o objectivo de mitigar os impactos económicos e sociais causados pelas inundações, assegurar a recuperação progressiva das actividades económicas e repor as condições mínimas de subsistência dos agentes afectados, consubstanciadas no Apoio Financeiro — aprovação de uma Linha de Crédito no montante de Kz 30 mil milhões, a ser operacionalizada pelo Banco de Poupança e Crédito (BPC), em condições bonificadas, destinada à recuperação dos activos produtivos, ao apoio à liquidez das empresas e à mitigação do risco de insolvência;
Adicionalmente, o Executivo reafirma o compromisso na contínua mobilização de meios humanos, técnicos, financeiros e logísticos para mitigar os efeitos da calamidade, assistir os desalojados e acelerar a reposição das condições de vida nas áreas afectadas.

GABINETE DE COMUNICAÇÃO ISTITUCIONAL E IMPRENSA DO SECRETARIADO DO CONSELHO DE MINISTROS, em Luanda, aos 22 de Abril de 2026.

Fonte: GCII-SCM

scm.gov.ao Ministra, Secretária do Conselho de Ministros

Ana Maria da Silva Sousa e Silva



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