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Governo 23-01-2026
Executivo aprova aumento salarial de 10 por cento na Função Pública

O vencimento base de todos os grupos de pessoal da Função Pública vai beneficiar de um ajuste geral de 10 por cento a partir deste mês para fazer face ao poder de compra.
A informação está plasmada no Decreto Presidencial n.º 16/26, de 22 de Janeiro, publicado, ontem, em Diária da República.

O diploma, que revoga o Decreto Presidencial n.º 39/25, de 13 de Fevereiro, refere que a medida teve em consideração a necessidade da reposição do poder de compra dos funcionários públicos e agentes administrativos.

A medida prevê, igualmente, o reforço da sua dignidade e da garantia de melhoria contínua da qualidade dos serviços públicos prestados aos cidadãos, conforme o Roteiro para a Implementação da Nova Arquitectura Remuneratória da Administração Pública (RINAR).

Está, também, previsto o contributo para impulsionar o ciclo virtuoso de estímulo ao consumo, ao investimento e à geração de emprego, promovendo, deste modo, a melhoria nas condições de vida dos cidadãos e o fortalecimento da economia nacional.

A título de exemplo, o Decreto Presidencial adianta que será aumentado em 10 por cento o montante referente ao índice de base 100 do vencimento base, passando para 258.676,59 kwanzas para titulares de cargos de direcção e chefia, a mesma percentagem ao montante referente ao índice de base 100 do vencimento base, passando para 60.318,31 kwanzas para o grupo de pessoal técnico.

Na mesma senda, vai ser aumentado em 10 por cento o montante referente ao índice de base 100 do vencimento base, que passará para 24.474,32 kwanzas para o grupo de pessoal não técnico.

O Decreto Presidencial faz, ainda, menção que será aumentado em igual percentagem ao montante referente ao índice de base 100 do vencimento-base, que deverá passar para 543.085,68 kwanzas para o grupo de oficiais generais do quadro efectivo das Forças Armadas Angolanas.

De acordo com o Decreto Presidencial, os médicos e pessoal de saúde militares podem optar pelo regime remuneratório do pessoal integrado nas respectivas carreiras profissionais do pessoal civil do sector da Saúde.

O diploma destaca que os órgãos e serviços que, pela natureza das suas funções, autonomia orgânica e financeira de que gozam, não se encontram contemplados, deverão proceder ao ajustamento das respectivas tabelas salariais, nos limites fixados pelo Orçamento Geral do Estado para o Exercício de 2026.

O Decreto reforça que o ajustamento dos vencimentos-base de órgãos de soberania não contemplados nesta medida deve ser ajustado em diploma próprio, nos limites orçamentais estabelecidos na Lei n.º 14/25, de 30 de Dezembro, que aprova o Orçamento Geral do Estado para o Exercício Económico de 2026.

Processamento dos salários
O referido Decreto salienta que o processamento dos salários dos funcionários públicos e agentes administrativos da Função Pública deverão ser operacionalizado em sistema informático disponibilizado pelo departamento ministerial responsável pelas finanças públicas e o respectivo pagamento por via de sistema bancário.

Sem prejuízo do regime aplicável aos funcionários e agentes administrativos isentos de horário de trabalho, o Decreto destaca que os serviços de recursos humanos dos órgãos centrais e locais da Administração Pública civil e não civil devem proceder ao controlo da efectividade do pessoal, garantindo o cumprimento do disposto no Regime Laboral da Função Pública.

Fonte: Jornal de Angola.
Governo 22-01-2026
Executivo quer infra-estruturas modernas na reabilitação do Hospital Américo Boavida

A ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta, declarou, esta quarta-feira, que o Hospital Américo Boavida, em Luanda, deve ter infra-estruturas modernas e afirmar-se como um centro de excelência para assistência, formação e investigação médica.

Sílvia Lutucuta falava durante um encontro que realizou à sede do grupo PowerChina, um dos maiores conglomerados na construção de infra-estruturas hospitalares, no quadro da visita de trabalho na República Popular da China.

Em nota de imprensa, o Ministério da Saúde destaca que a missão tem como objectivo assegurar que o Hospital Américo Boavida seja equipado com infra-estruturas modernas e tecnologia médica de última geração, alinhadas com os mais elevados padrões internacionais de qualidade, segurança e sustentabilidade.

"O Governo de Angola será inflexível quanto à qualidade das infra-estruturas e dos equipamentos", disse, citada na mesma nota.

O encontro contou igualmente com responsáveis da Sinohydro em Angola, empresa executora do projecto, e centrou-se na avaliação da qualidade das obras, da certificação e da conformidade dos equipamentos médicos, bem como no cumprimento rigoroso das especificações técnicas definidas pelo Ministério da Saúde.

Neste contexto, encontram-se em curso vários projectos estruturantes, com destaque para o Hospital dos Queimados, no município do Kilamba, o Instituto de Anatomia Patológica Forense, no Camama e o Hospital Américo Boavida, no Rangel, este último considerado uma das peças-chave para o fortalecimento e a sustentabilidade do Sistema Nacional de Saúde.

A ministra esteve acompanhada pela embaixadora de Angola na China, Dalva Ringote Allen, tendo sido recebida pelo membro da direcção do grupo, Yu Libo.

Fonte: Jornal de Angola.
Governo 21-01-2026
Presidente João Lourenço felicita Força Aérea Nacional pelo quinquagésimo aniversário

O Presidente da República, João Lourenço, felicitou, nesta quarta-feira, a Força Aérea Nacional pelo quinquagésimo aniversário.

Na mensagem de felicitações, dirigida a todos Oficiais Generais, Oficiais Superiores, Capitães, Subalternos, Sargentos, Praças e Trabalhadores, João Lourenço expressa profundo reconhecimento e elevado sentido de Estado como Presidente da República e Comandante-Em-Chefe das Forças Armadas Angolanas.

O Chefe de Estado assinala a importância desta data marcante “num ano de especial significado histórico para o nosso país” que também celebra o quinquagésimo ano da Independência Nacional.

Por sua vez, assinala que a Força Aérea Nacional é “um pilar estratégico da defesa nacional”, que desempenha um papel determinante para a “garantia soberania do espaço aéreo”, a “preservação da integridade territorial”, o “apoio às operações conjuntas das Forças Armadas Angolanas”, a segurança interna” e as “missões de interesse público humanitário e de protecção civil”.

Face aos desafios do contexto geoestratégico actual, o Executivo continuará a apostar na modernização, no reequipamento e no fortalecimento da Força Aérea Nacional, investindo gradualmente no capital humano e na inovação científica e tecnológica e no reforço da capacidade operacional, “pois os homens e mulheres que integram a Força Aérea continuam a ser o seu maior património e a base do seu sucesso”.

No documento é também descrito como ao longo destas décadas a Força Aérea Nacional não só “nasceu da necessidade histórica de consolidar a Independência Nacional”, mas também de defender “a Jovem República e assegurar a capacidade de resposta do Estado Angolano face aos desafios da segurança e defesa” através de um “elevado profissionalismo, coragem, disciplina e espírito de missão” e “contribuindo de forma decisiva para a manutenção da paz, a reconciliação nacional e a estabilidade política e social do nosso país”.

É recordado, igualmente, que a Força Aérea Nacional está em “permanente adaptação” perante as rápidas transformações tecnológicas, lidando com as “novas ameaças multidimensionais, incluindo as de natureza híbrida, cibernética e não convencional”, bem como reforçando a interoperabilidade com os demais ramos das Forças Armadas Angolanas e com os parceiros estratégicos no domínio da segurança colectiva.

Desse modo, é motivo de elevado orgulho para o país “o contributo da Força Aérea de Angola no domínio da diplomacia militar, da cooperação regional, continental e internacional, através da participação em exercícios conjuntos, intercâmbios técnico-militares, missões de apoio à paz, operações humanitárias e acções de segurança cooperativa, projectando Angola como um parceiro responsável, comprometido com a paz, a estabilidade e o desenvolvimento dos povos”.

João Lourenço sublinha, ainda, que “neste ano jubilar celebramos o passado de conquistas, honramos os que deram melhor de si à pátria, incluindo o sacrifício da própria vida” e que servir à Força Aérea Nacional requer “maior disciplina, coesão, profissionalismo e dedicação à construção de uma Angola cada vez mais justa, segura, pacífica, desenvolvida e inclusiva.”

Por fim, promete que, enquanto Presidente da República e Comandante-Em-Chefe das Forças Armadas Angolanas, assumirá o compromisso de continuar “a apoiar todos os esforços destinados a fortalecer a Força Aérea Nacional, valorizar a carreira militar e reforçar a sua coesão interna e consolidar a sua missão suprema de defender a soberania nacional”, garantindo a paz e o desenvolvimento social e económico de Angola, por meio da articulação com os Órgão do Sistema de Segurança Nacional.

Fonte: Jornal de Angola.

scm.gov.ao Ministra, Secretária do Conselho de Ministros

Ana Maria da Silva Sousa e Silva



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