No fim do encontro, Florbela Araújo explicou aos jornalistas que a actuação dos Solicitadores e Agentes de Execução, em Portugal, reduziu comparativamente a morosidade processual, tornando os processos mais rápidos, sobretudo os casos de conflito de imóveis e de terras.
Já o bastonário da Ordem dos Solicitadores e Agentes de Execução de Portugal, Paulo Teixeira, disse que a cooperação com a Provedoria de Justiça é evidente e estreita, pelo facto da instituição ter intervenção mais alargada diante das autoridades.
A Ordem, referiu, pretende mostrar a existência de um problema transversal em vários países do mundo, como os conflitos de imóveis, de modo a tornar a Justiça mais efectiva e célere, com a protecção e a tutela dos interesses dos cidadãos.
Na ocasião, o responsável esclareceu as funções do agente de execução na promoção do cumprimento da decisão do juiz: "Se o cumprimento de uma decisão for feito de modo voluntário, o agente de execução não tem que intervir. Mas, se não for cumprida a decisão, então o agente, coercivamente, pode apreender o património do executado”.
Fonte: Jornal de Angola.