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13-02-2020 Angola virada para uma imprensa mais livre e responsável - Ministro

A consolidação de uma imprensa cada vez mais livre no seu dever de informar, mais eficaz no interesse público e mais responsável no exercício jornalístico foi apontada como desafio pelo ministro da Comunicação Social, Nuno dos Anjos Caldas Albino.

Para o governante, que falava nesta (quarta-feira) na abertura do XIV Conselho Consultivo do Ministério da Comunicação Social, o momento é favorável, e o sector acompanha as dinâmicas desta nova etapa de mudanças estruturais nos vários domínios da vida pública.

Com isso, acrescentou, será possível levar à normalização e estabilidade macroeconómica com a criação das bases para o relançamento da actividade produtiva e de crescimento económico.

O ministro disse que a Comunicação Social não só joga papel fundamental como tem um papel transcendental na educação, formação e instrução do homem novo, promovendo os laços de solidariedade e identidade de cada cidadão nacional.

Segundo ele, esses factores contribuirão para a afirmação da cidadania e a construção de um projecto comum de nação, que deve sempre unir e nunca desunir. "As razões que nos unem são sempre mais fortes daquelas que devem desunir", sublinhou.

Destacou, igualmente, o início das transmissões em directo das plenárias da Assembleia Nacional nos serviços públicos de TV e rádio, o que criará, a seu tempo, outra proximidade entre o cidadão e os seus representantes, assim como a criação da ERCA e da Comissão de Carteira e Ética, que merecerá incondicional apoio para a sua instalação.

Na visão do governante, esses pressupostos têm conduzido as transformações vividas no país e advertiu que não se deve permitir que a actividade jornalística seja vergada em acções ou actos de desinformação ou inverdades e mensagens ignóbeis nas redes sociais, em particular.

Segundo o ministro, este descaminho não só macula a imagem e reputação de Angola no exterior como inibe o investimento estrangeiro e dificulta a alavancagem do turismo, bem como induz, negativamente, os cidadãos e a sociedade.

Fonte: Angop