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Governo 20-04-2026
Vias de acesso à Muxima totalmente reabilitadas para receber peregrinos

As principais vias de acesso à Vila da Muxima estão totalmente reabilitadas para garantir a circulação rodoviária.
A garantia foi dada nesta sexta-feira, 17 de Abril, em Luanda, pelo governador do Icolo e Bengo, Auzílio Jacob, no final da reunião de balanço orientada pelo Presidente da República, João Lourenço, na Cidade Alta.
O governante referiu que os cidadãos provenientes de Luanda podem circular pela Estrada 110 ou pela Estrada 230, ambas totalmente reabilitadas, sendo que a estrada principal de Catete e a ponte da Cabala também foram concluídas.
Auzílio Jacob adiantou que a área está preparada para acomodar mais de 300 mil fiéis, com condições garantidas de água, energia eléctrica e saneamento básico, além de um sistema de segurança já montado para o efeito.
O governador informou que o acesso ao rio estará limitado devido às obras da Basílica e da barreira de contenção, que regista 70 por cento de execução física, razão pela qual foram instaladas lavandarias públicas para os peregrinos.
Quanto às recomendações, o governador apelou ao cumprimento das indicações da Polícia de Trânsito, designadamente a redução da velocidade, a proibição do consumo de álcool e a manutenção preventiva das viaturas.
O Icolo e Bengo, em especial o município da Quiçama, tem tradição de peregrinações anuais, mas a visita do Papa Leão XIV representa, segundo o governador, um momento de dimensão sem precedentes para a província.
“É uma alegria que conhece a dor, a indignação, as desilusões e as derrotas, mas que continua viva”, afirmou, acrescentando que essa força interior permanece entre aqueles que mantêm o coração e a mente livres do engano da riqueza.

Fonte: Cipra.
Governo 20-04-2026
Líder católico crê no crescimento de Angola

Angola pode crescer muito se as autoridades acreditarem na multiformidade da sua riqueza, afirmou o Papa Leão XIV, neste sábado, 18 de Abril, em Luanda.
A frase foi proferida na presença do Chefe de Estado angolano, João Lourenço, durante o encontro com o corpo diplomático, membros da sociedade civil e religiosos, no Salão Protocolar da Presidência da República.
O Sumo Pontífice apelou a uma política centrada no encontro, na escuta e na justiça.
“Sem alegria não há renovação, sem interioridade não há libertação, sem encontro não há política”, afirmou e sublinhou que “juntos, podeis fazer de Angola um projecto de esperança”.
Segundo o Papa, não se deve temer as divergências nem sufocar as aspirações das diferentes gerações.
Na sua mensagem, destacou a importância de gerir conflitos de forma construtiva, transformando-os em oportunidades de renovação e colocando sempre o bem comum acima de interesses particulares.

Durante o discurso, o líder da Igreja Católica criticou tendências como o fanatismo, a submissão, o ruído mediático, o sentimento de impotência e de desenraizamento, alertando que tais comportamentos contribuem para a negação de todo o tipo de fraternidade.
“Tal incongruência desagrega as relações fundamentais que cada um mantém consigo mesmo”, frisou.
Acrescentou que a polarização e a exacerbação de conflitos têm afastado as sociedades da verdadeira alegria, que descreveu como aquilo que “intensifica a vida e impulsiona para o campo aberto da sociedade”.

O Papa Leão XIV enfatizou que África representa uma reserva de esperança para o mundo, especialmente pela força dos seus jovens e pela resiliência dos mais desfavorecidos, que continuam a sonhar e a lutar por melhores condições de vida.
“Não temais as divergências, nem apagueis as visões dos jovens e os sonhos dos idosos”, afirmou, defendendo que o conflito não deve ser visto como uma ameaça, mas como uma oportunidade de crescimento.
Segundo explicou, esse desejo profundo de transformação social supera qualquer ideologia ou programa político.
O Pontífice defendeu também que o diálogo é o ponto de partida para superar conflitos, propondo uma abordagem que não ignore nem alimente as tensões, mas que as transforme em oportunidades de construção de unidade.
“Somente no encontro a vida floresce”, afirmou, incentivando os presentes a adoptarem uma postura aberta e comprometida com a reconciliação.
Dirigindo-se às autoridades e à sociedade angolana, destacou o papel da Igreja Católica como promotora de um modelo de convivência mais justo, livre de desigualdades impostas por elites e baseado na dignidade humana.
Reforçou que o desenvolvimento do país depende da valorização dos talentos do seu povo, tanto nas áreas urbanas como nas regiões rurais mais remotas.
“Juntos poderemos multiplicar os talentos deste povo maravilhoso, mesmo nas periferias urbanas e nas regiões rurais mais remotas, onde pulsa a sua vida e se prepara o seu futuro”.
Na sua mensagem, o bispo católico apelou à eliminação dos obstáculos ao desenvolvimento humano integral, “lutando e esperando como aqueles que o mundo rejeitou, mas que Deus escolheu”.
“Foi assim, na verdade, que surgiu a nossa esperança. A pedra que os construtores rejeitaram veio a tornar-se pedra angular”, disse o Santo Padre.
Durante o encontro, o Papa Leão XIV manifestou solidariedade para com as vítimas das inundações que atingiram a província de Benguela, assegurando orações e apoio espiritual às famílias afectadas.
O líder católico afirmou que acompanha com preocupação a situação vivida em Benguela, expressando proximidade sobretudo às famílias que perderam as suas casas e bens materiais.

O Papa Leão XIV reconheceu que os angolanos estão unidos em uma grande corrente de solidariedade em favor dos atingidos e referiu, em particular, a alegria resiliente do povo, que persiste mesmo diante das adversidades mais severas.

Fonte: Cipra.
Governo 20-04-2026
Papa Leão XIV exalta papel dos fiéis na transformação da sociedade

O Papa Leão XIV realçou, ontem, no Santuário de Nossa Senhora da Muxima, a importância dos fiéis na construção de uma sociedade mais justa e solidária, durante a oração do Santo Rosário, marcada por forte emoção e profundo fervor espiritual.

“É o amor que deve triunfar, não a guerra.” Foi com esta afirmação, carregada de significado e recebida com aplausos, que o Santo Padre sintetizou a essência da sua mensagem diante de milhares de peregrinos reunidos na Muxima.

Num ambiente de intensa devoção, o Papa conduziu a oração do Santo Terço, sublinhando o seu valor como instrumento de transformação pessoal e colectiva. Inspirado nos ensinamentos de São João Paulo II, destacou que esta prática mantém viva a autenticidade da fé cristã e impulsiona os fiéis a testemunharem Cristo no mundo.

Ao dirigir-se à multidão, o Pontífice reconheceu a vitalidade da Igreja em Angola, descrevendo-a como “viva e jovem”, marcada por uma fé que se manifesta com intensidade naquele santuário. “Sente-se o frescor da fé e a força de espírito”, afirmou, visivelmente tocado pela participação activa dos peregrinos.

O Papa destacou, ainda, o papel histórico da Muxima como lugar de encontro entre a dor e a esperança. Ao longo dos séculos, disse, o santuário tem acolhido fiéis em momentos de alegria e sofrimento, tornando-se um espaço onde se fortalece a ligação com Deus e com os outros.

Na sua reflexão, enfatizou que a oração deve traduzir-se em compromisso concreto com o próximo. “Rezar o terço compromete-nos a viver com um coração maternal”, afirmou, apelando à solidariedade, especialmente para com os mais pobres e vulneráveis.

Defendeu que ninguém deve ser privado do essencial para viver com dignidade, desde alimentação até cuidados de saúde e educação.

Dirigindo-se de forma particular aos jovens, lançou um desafio claro para serem protagonistas da mudança social. “Podeis construir um mundo melhor, onde não haja injustiças nem miséria”, disse, encorajando-os a transformar os valores do Evangelho em acções concretas.

O momento foi marcado por visível emoção entre os fiéis, muitos dos quais acompanharam a oração em silêncio profundo, outros entre cânticos e lágrimas. A invocação a Mama Muxima reforçou o sentimento de unidade e pertença, num dos pontos mais altos da celebração.

Ao concluir, o Papa Leão XIV convidou todos a partirem daquele santuário como mensageiros de paz e esperança, levando consigo a bênção recebida e o compromisso de fazer do amor a base de uma nova sociedade.

História do Santuário da Muxima
Dom Emílio Sumbelelo, Bispo da Diocese de Viana, destacou, numa mensagem marcada por profunda espiritualidade, a força da devoção à Nossa Senhora da Muxima em Angola, sublinhando o papel do Santuário como um dos maiores centros de peregrinação católica do país.

Com raízes que remontam a 1833, a devoção à santa reúne anualmente milhares de fiéis, vindos de diferentes regiões de Angola e estrangeiro, movidos pela fé, esperança e busca de bênçãos.
Segundo o Bispo da Diocese de Viana, a relação dos peregrinos com a imagem de Nossa Senhora da Muxima é íntima e carregada de simbolismo, sendo comum a apresentação de pedidos ligados à saúde, à paz familiar e à superação de dificuldades.

A mensagem recorda, igualmente, o início da construção da nova basílica, em 2022, uma iniciativa conjunta do Executivo e da Igreja Católica, que cumpre uma promessa feita em 1992, aquando da visita do Papa João Paulo II ao país.

O Arcebispo de Luanda, Dom Filomeno do Nascimento Vieira Dias, destacou na mensagem do Sucessor de Pedro a importância de se cultivar o amor, sentimento de bondade, realização e esperança. Desmentiu rumores nas redes sociais que incitavam afirmações segundo as quais os angolanos não receberiam o Papa com alegria. “Temos sim visto gente a cantar pelas ruas, a louvar. Isso é alegria que vem da fé religiosa e não é uma alegria sociológica vazia, barata e vulgar”.

Fé resistiu ao calor
Numa tarde marcada por um calor intenso, o Santuário de Nossa Senhora da Muxima transformou-se num verdadeiro altar de emoções, onde milhares de peregrinos, vindos de vários pontos de Angola e do mundo, encontraram na fé o alento para suportar o cansaço e renovar a esperança.

O Papa Leão XIV orientou, ontem, a oração do Santo Rosário, num dos momentos mais comoventes já vividos no município da Quiçama, levando os fiéis a meditarem a vida de Cristo e de Maria, enquanto súplicas por graças, bênçãos e protecção ecoavam entre cânticos, lágrimas e gestos de profunda devoção.

O ambiente era de intensa espiritualidade. Mesmo sob temperaturas elevadas, os peregrinos permaneceram firmes e o terço entre os dedos, acompanhando cada oração do Pai-Nosso, Ave-Maria e Glória ao Pai. No palco cuidadosamente decorado com flores, símbolo de amor e entrega, a celebração ganhou contornos de solenidade e beleza.

A chegada do Papa Leão XIV ao Santuário foi marcada por um acolhimento caloroso. À entrada, foi recebido pelo reitor do Santuário, padre Mpindi Lubanzadio Alberto, e Dom Emílio Sumbelelo, Bispo da Diocese de Viana, num ritual que incluiu a apresentação da cruz e da caldeirinha com água benta, elementos que reforçam a tradição e o simbolismo da fé católica.

O Sumo Pontífice dirigiu-se ao palco da celebração, onde orientou a reza do terço do Rosário, conduzindo os fiéis por um percurso espiritual de contem- plação e entrega. Em cada mistério rezado, sentia-se a união de um povo que, apesar das adversidades, mantém viva a sua fé.

Fonte: Jornal de Angola
Governo 20-04-2026
Visita do Papa Leão XIV a Angola

Discurso do Presidente da República

- Sua Santidade Papa Leão XIV, Sumo Pontífice da Igreja Católica Romana,

- Distintos Membros da delegação do Vaticano,

- Caros Membros do Governo,

- Excelentíssimos Senhores Deputados da Assembleia Nacional,

- Distintos Membros da Conferência Episcopal de Angola e São Tomé e Príncipe,

- Estimados Membros do Corpo Diplomático acreditado na República de Angola,

- Senhoras e Senhores das Organizações representativas da Sociedade Civil,

- Minhas Senhoras, Meus Senhores

Ao receber Vossa Santidade em Luanda, desejo-Vos, no meu nome próprio, no da minha família e no do povo angolano, as boas-vindas a Angola, país que O acolhe com alegria e entusiasmo.

Expressamos o nosso grande regozijo por estar entre nós nestes próximos dias, em que terá a oportunidade de constatar o grande carinho e simpatia de que goza por parte dos fiéis católicos, dos cristãos e dos angolanos em geral.

Neste acto em que estão presentes representantes dos vários sectores da vida nacional angolana, gostaria de Vos expressar o quão honrados nos sentimos por tê-Lo tão próximo de nós.

Esta visita, a terceira que um Sumo Pontífice realiza ao nosso país, é o reflexo das relações construtivas que a República de Angola e a Santa Sé mantêm há décadas e que sinalizam, hoje, mais um passo no reforço do diálogo e das bases sobre as quais assenta o grande papel social da Igreja Católica.

Importa recordar que o primeiro contacto oficial entre a Santa Sé e esta região de África remonta ao século XVII, quando o Príncipe António Manuel Nsako Ne Vunda, mais conhecido por “Negrita”, se deslocou de Mbanza Congo, então capital do Reino do Congo, até Roma, por incumbência do seu Rei, para encetar uma diligência diplomática junto da Santa Sé.

As relações diplomáticas entre a República de Angola e a Santa Sé foram formalizadas num contexto político nacional diferente daquele que levou à assinatura, aos 13 de Setembro de 2019, do Acordo-Quadro que estabeleceu os parâmetros jurídicos das relações entre a República de Angola e a Santa Sé.

Sua Santidade,

Minhas Senhoras, Meus Senhores,

Mesmo nas circunstâncias mais difíceis do passado, o diálogo entre as autoridades angolanas e as instituições religiosas católicas manteve-se sempre voltado para a construção de entendimentos que passaram também pelo intercâmbio de delegações ao mais alto nível, materializado pelas visitas de Chefes de Estado angolanos ao Vaticano em pelo menos três ocasiões.

Esta busca constante de diálogo e de interacção entre o Estado e a Igreja Católica ajudou o Governo angolano na formulação de políticas sociais, com a realização de investimentos nos sectores da saúde, da educação e ensino, da oferta de água, energia eléctrica, habitação, na criação de emprego e no combate à pobreza.

Esta é uma missão em que estamos profundamente empenhados e com a noção plena de que se trata de um desafio complexo e difícil, que requer tempo e recursos que não são tão abundantes quanto desejaríamos, para melhorarmos os índices de qualidade de vida dos angolanos.

Gostaríamos de poder contar com um envolvimento mais construtivo da Igreja Católica na condição de parceira social do Estado, para juntos trabalharmos no propósito de alcançar o progresso e o desenvolvimento económico e social do nosso país.

A ideia central da atenção aos pobres, plasmada na Exortação Apostólica Dilexi Te de Vossa Santidade, em que considera, cito: “Deus tem um lugar especial no seu coração para aqueles que são discriminados e oprimidos” e “apela a escolhas radicais para ajudar os mais fracos”, tem uma ressonância muito especial entre nós, governantes, porque serve de guia na nossa acção quotidiana de luta contra as desigualdades, a indiferença e a exclusão social.

Sua Santidade,

Minhas Senhoras, Meus Senhores,

Excelências,

Estou seguro de que Vossa Santidade terá a oportunidade de observar mais de perto a profundidade da fé dos angolanos e de apreender de forma mais objectiva as iniciativas que o Estado angolano empreende para dignificar locais de culto e peregrinação, de que realço a Basílica da Nossa Senhora da Muxima, em fase de construção, onde os cristãos católicos poderão expressar em melhores condições a sua devoção a Deus.

Somos um Estado laico, onde cada cidadão pode expressar livremente a sua fé, fazendo opções pelas confissões religiosas com as quais mais se identifica, sem nenhuma restrição à sua liberdade de escolha.

O Catolicismo tem uma grande expressão, que se reflecte no grande número de crentes e na sua grande expansão pelo território nacional.

Temos em Angola uma grande diversidade de religiões, que convivem entre si pacificamente e trazem à evidência o carácter profundamente tolerante dos angolanos, tendo-se consolidado já a prática de todos os anos, em algumas datas históricas, se realizarem cultos ecuménicos, que são rotativamente dirigidos por líderes de diferentes confissões religiosas.

Sua Santidade,

Minhas Senhoras, Meus Senhores,

Excelências,

A trajectória e a experiência da República de Angola ao longo das últimas cinco décadas constituem uma boa ilustração do facto de sermos uma Nação que consagra a resolução das crises pelo diálogo.

Trata-se de um forte marco identitário da nossa diplomacia, que tem moldado de maneira significativa a nossa política externa e que nos tem levado a desenvolver iniciativas diversas em prol da paz no nosso continente.

Olhamos para o mundo como um espaço de coexistência entre pessoas e nações de culturas e religiões diferentes e com a firme convicção de que, apesar desta diversidade, todos podem e devem conviver pacificamente.

Só em paz e em harmonia podemos todos desfrutar dos recursos que a Natureza coloca ao nosso dispor.

Lamentavelmente, assistimos cada vez mais a uma corrida desenfreada às matérias-primas, aos recursos energéticos, aos recursos minerais e outros, tomados pela força das armas dos exércitos mais poderosos do mundo contra países soberanos.

O comércio internacional tem regras bem estabelecidas que, uma vez cumpridas, as empresas e os Estados, através de contratos e de acordos, podem ter acesso aos recursos que precisam para a satisfação das suas necessidades, sem que tenham de recorrer à guerra.

Vive-se um momento perigoso com os conflitos que se proliferam por todos os continentes.

O Médio Oriente, berço do Cristianismo, do Islão e do Judaísmo e de grandes civilizações, de quem a Humanidade tem muito que agradecer, devia ser uma zona de paz, de concórdia e de fraternidade.

Pelo contrário, constatamos com muita mágoa o sofrimento dos povos da Palestina, do Líbano e de todos os países do Golfo Pérsico, região produtora e exportadora de petróleo e gás para uma boa parte do mundo e com economias prósperas e em franco e acelerado crescimento, a ruir como consequência das guerras que lhes impuseram.

Apelamos ao fim definitivo da guerra, à abertura do Estreito de Ormuz pela via negocial e ao estabelecimento de uma paz duradoura na região.

Face à probabilidade de agravamento do conflito, que nos aproxima cada vez mais do abismo, o mundo apela a Vossa Santidade para que, do alto da Sua autoridade moral, continue a desempenhar um papel de construtor de pontes, de apaziguamento dos espíritos, de resgate dos valores humanistas, de busca da concórdia e do entendimento entre os Homens.

É urgente que todos os estadistas influentes e figuras públicas com reconhecida autoridade moral actuem conjuntamente para assegurar que, nas relações internacionais, a justiça e o diálogo prevaleçam sobre o uso da força.

Desejo a Vossa Santidade uma boa estadia em Angola e uma missão pastoral profícua e de grande sucesso.

Muito Obrigado.

Fonte: Cipra

scm.gov.ao Ministra, Secretária do Conselho de Ministros

Ana Maria da Silva Sousa e Silva



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