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10-07-2020 Ministra quer políticas integradas e sustentáveis para as populações

A ministra da Acção Social, Família e Promoção da Mulher, Faustina Alves, pediu, nesta sexta-feira, em Luanda, a elaboração de políticas integradas e sustentáveis, que respondam as necessidades e prioridades actuais das populações, em particular as mais vulneráveis, no quadro do novo paradigma e das reformas em curso no país.

A ministra fez este pedido na abertura do “Workshop técnico de revisão da Política Nacional da Acção Social”, considerando o encontro estratégico, por ter como objectivo  proporcionar um momento de análise e debate conjunto em torno da proposta de Diploma da Política Nacional da Acção Social.  

A responsável referiu que pretende-se uma  estratégia de operacionalização, numa perspectiva holística dos problemas e fenómenos sociais que afectam as famílias, para a consolidação de um Sistema Nacional de Protecção Social dinâmica, pragmático e eficiente.

 Faustina Alves esclareceu que pretendem que as acções do Governo e parceiro sejam implementadas de forma integrada e coordenada para responderem as diferentes dimensões da vulnerabilidade das famílias.   

A governante augurou que se congregue as diferentes opiniões e experiências dos distintos departamentos ministeriais, das organizações não-governamentais, academias e centros de estudos científicos para se garantir que a Política Nacional da Acção seja de consenso e represente um pacto social.

Lembrou que a  Política Nacional da Acção vai permitir o estabelecimento de uma plataforma integrada de protecção social, multissectorial e multidisciplinar, que garanta aos indivíduos e agregados familiares mais pobres um nível de vida digna, a melhoria do acesso aos serviços básicos.

Durante o encontro foram apresentados o “Estatuto do Diploma da Politica Nacional da Acção Social”  e “Analisado os conteúdos relacionados a Protecção Social no quadro do Sistema Nacional da Protecção Social”, “Estratégia de operacionalização da Política Nacional de Protecção Social.

 

 

Fonte: Angop