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12-04-2021 Namibe arranca vacinação contra a Covid-19

A campanha de vacinação contra a Covid-19 arrancou, nesta segunda-feira, na província do Namibe, com previsão de imunizar 13 mil cidadãos, entre profissionais de saúde, professores do ensino pré-escolar, efectivos da Policia Nacional e dos órgãos de defesa e segurança.

A província do Namibe foi contemplada com 13 mil 140 doses para imunizar mais de 13 mil cidadãos, sendo quatro mil e28 profissionais da saúde,  seis 970 professores, mil 950 membros das forças de segurança e cidadãos maiores de 65 anos de idade.

Para o efeito, foram mobilizados 263 profissionais, entre técnicos da saúde, FAA e do MININT,  agrupados  em 32 equipas.

Nesta primeira fase estão, igualmente, abrangidos cidadãos maiores de 65 anos de idade.

No acto da abertura da campanha, o director do Gabinete Provincial da Saúde no Namibe, Coríntios Miguel, frisou que que a aquisição célere de vacina pelo governo angolano é o maior ganho no combate e controlo da pandemia.

O governador do Namibe, Archer Mangueira, garantiu, depois de apanhar a primeira dose, sentir-se bem, sem nenhum problema ou sintoma que poderia preocupar a equipa técnica de saúde, apelando a população alvo a aderir a campanha.

“Após a vacinação ouvimos alguns conselhos dos especialistas da saúde sobre as possíveis  reacções e vamos esperar até as próximas 24 horas, mas até ao momento me sinto bem”, disse.

A campanha de vacinação contra a Covid-19 está a decorrer no pavilhão Welvitchia Mirabilis.

 

Fonte:Angop

 

 

 

 

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12-04-2021 Presidente da República nomeia novo Inspector-geral Adjunto da Administração Geral do Estado

O Presidente da República, João Lourenço, nomeou, nesta sexta-feira, Nelson Domingos da Costa para o cargo de Inspector-Geral Adjunto da Administração Geral do Estado.

 A Casa Civil do Presidente da República adianta, em nota, que antes, noutro decreto, o Chefe de Estado angolano exonerou, por conveniência de serviço, Tomás Gabriel Neto Joaquim, do cargo de Inspector-Geral Adjunto da Administração Geral do Estado.

Num terceiro decreto, o Titular do Poder Executivo exonerou Edna Nogueira Fernandes, do cargo de Administradora Executiva do Conselho de Administração da Comissão de Mercado de Capitais (CMC) e Felinto de Sousa Bravo Soares, do cargo de Administrador Executivo do Conselho de Administração da Comissão de Mercado de Capitais (CMC).  

Para preencher as duas vagas, o Presidente João Lourenço nomeou Emílio Vumpa de André Londa e Nádia Kelly Pinheiro Graça Pinto.

 

Fonte:Angop

 

 

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12-04-2021 Angola optimista quanto ao futuro do petróleo

O ministro dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás, Diamantino Azevedo, reiterou, nesta segunda-feira, optimismo em torno do futuro do sector petrolífero em Angola, que apresenta-se com "grande" potencial.

Para o ministro, Angola continua "abençoada com grande potencial petrolífero, apresenta-se com um sector petrolífero estável, competitivo e muito atractivo aos investidores".

Falando no Roadshow de licitação das concessões petrolíferas das Bacias Terrestres do Baixo Congo e do Kwanza, referiu que o Governo está focado na melhoria contínua do ambiente de negócios para que o País seja o local de escolha para investidores locais e internacionais.

Diamantino Azevedo disse que Angola tem uma história robusta, de "muito orgulho e de grande relevância" na indústria petrolífera, tendo estado a evoluir neste sector ao longo de várias décadas, com grandes descobertas de hidrocarbonetos em segmentos de onshore, shallow e deepwater (águas profundas) atingindo, nas últimas duas décadas, a posição de segundo maior produtor de petróleo em África.

De acordo com o ministro, o Governo vai continuar agressivamente, com a sua  estratégia de atribuição de blocos, nos próximos anos, por forma a garantir, consistentemente, o aumento de volume de actividades e investimentos no sector.

A estratégia, visa mitigar o declínio de produção e reservas de hidrocarbonetos do País.

"Com o foco em assegurarmos a sustentabilidade continua de produção e das actividades no nosso sector, estamos aqui hoje para dar continuidade a nossa estratégia de atribuição de concessões", referiu Diamantino Azevedo.

Reiterou o compromisso em continuar a trabalhar com os parceiros, na melhoria do ambiente de negócios, criando as condições necessárias para continuarem a investir neste sector considerado estável, competitivo e com taxas de retorno atractivas ao investimento.

Com a estratégia de atribuição de concessões das duas bacias, a Agência Nacional de Petróleo e Gás (ANPG) prossegue com a ronda de licitações de 2020, composta por 9 blocos onshore, que parte contínua desta estratégia prevê atribuições de mais de 50 concessões entre 2019 e 2025.

Foi a 31 de Dezembro, que a Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANPG), no âmbito da Estratégia de Atribuição de Concessões Petrolíferas 2019-2025, anunciou a intenção de licitar os Blocos CON1, CON5 e CON6 (Bacia Terrestre do Baixo Congo) e dos Blocos KON5, KON6, KON8, KON9, KON17 e KON20 (Bacia Terrestre do Kwanza), dando início ao processo de promoção.

Com a realização desde Rodshow, a ANPG lança a venda do pacote de dados dos blocos a licitar, após sessões de esclarecimento do processo de licitação.

O processo de promoção em curso vai culminar com o lançamento do Concurso Público, a 30 de Abril de 2021, data em que serão divulgadas as regras, os procedimentos e os Termos de Referência do referido concurso.

Potenciais investidores acompanharam o evento de forma física e em videoconferência.

 

Fonte:Angop

 

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12-04-2021 Angola observa mais 30 dias de situação de calamidade pública

O novo Decreto Presidencial sobre a Situação de Calamidade Pública vigora desde hoje, por um período de 30 dias, no âmbito da estratégia do Executivo para conter a Covid-19.

Esta é a 12ª vez que as autoridades nacionais actualizam as medidas do Decreto Presidencial sobre a Situação de Calamidade Pública, a vigorarem desde o dia 25 de Maio de 2020.

Assinado pelo Presidente da República, João Lourenço, o novo texto recomenda a imunização dos profissionais da saúde e da educação, bem como das forças de defesa e segurança e dos demais profissionais indicados pelas autoridades sanitárias, por via de vacina, para prevenir o contágio em massa e preservar a saúde de todos com quem possam entrar em contacto.

Entre as novas medidas constantes do diploma, salta à vista, igualmente, a autorização das competições desportivas nas modalidades de combate, natação e pesca desportiva.

No decreto estão também definidas as regras de funcionamento dos serviços públicos, privados e dos equipamentos sociais durante a vigência da Situação de Calamidade Pública.

Relativamente ao processo docente-educativo, o diploma estabelece que se mantêm as actividades lectivas presenciais nos estabelecimentos de ensino públicos e privados, em todos os níveis de ensino, abrangendo as instituições de ensino de Estados estrangeiros e as escolas internacionais que funcionam em território angolano.

No documento, o Chefe de Estado determina a manutenção da cerca sanitária na província de Luanda, e renova as principais medidas de prevenção do decreto anterior, como o uso obrigatório de máscaras facial, o distanciamento físico, a proibição de ajuntamentos na via pública e de festas ao domicílio com mais de 15 pessoas.

 

Fonte:Angop

 

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08-04-2021 Discurso proferido, pelo Chefe de Estado angolano, João Lourenço, por ocasião da visita a Luanda do Presidente do Governo de Espanha, Pedro Sánchez Pérez-Castejón.

Sua Excelência Senhor Pedro Sánchez, Presidente do Governo de Espanha 

Excelentíssimos Senhores Ministros 

Distintos Membros das Delegações,

Minhas Senhoras e Meus Senhores, 

Excelências, 

Permita-me, Senhor Presidente, desejar-lhe a si e à delegação que o acompanha, as boas vindas à República de Angola. 

Recebo-o com grande satisfação e com o sentimento de que, durante a sua estada, mesmo que curta, teremos a oportunidade de fazer, ao mais alto nível, uma reflexão sobre as nossas relações bilaterais e a de projectá-las para o futuro, com a perspectiva de as revitalizar e de lhes conferir um maior dinamismo. 

Esta visita que Vossa Excelência efectua a Angola deve ser vista como um momento de retomada dos contactos entre os mais altos governantes dos nossos respectivos países, sempre úteis e necessários à abordagem regular das questões de interesse mútuo, que contribuam para a intensificação das nossas relações bilaterais. 

O Reino de Espanha e a República de Angola desenvolvem, dentro do quadro estabelecido pelo Acordo Geral de Cooperação, assinado em 1987, relações de cooperação intensas e com resultados que, por serem expressivamente satisfatórios, devem encorajar-nos a ampliá-las e a diversificá-las, no sentido de obtermos benefícios mais tangíveis para os nossos respectivos países. 

Os factos têm demonstrado que o Reino de Espanha e a República de Angola têm sabido conduzir o diálogo entre si, na base da convergência dos seus interesses e da complementaridade das capacidades de ambos, deixando de parte preconceitos e questões de natureza subjectiva, que poderiam ter afectado a regularidade com que as nossas relações se desenrolam. 

É dentro deste padrão de relacionamento que pretendemos que a Espanha continue a ser um parceiro fundamental do desenvolvimento de Angola, um país de imensas oportunidades e recursos de vária ordem, que estão disponíveis para os investidores espanhóis, conhecidos pelo seu engenho e pelo seu espírito empreendedor. 

Senhor Presidente,  

Excelências,  

A República de Angola encoraja o investimento privado directo de empresas espanholas em todos os ramos da nossa economia, assim como a sua participação nas empreitadas de importantes projectos de investimento público, nos domínios das infra-estruturas, da construção civil, da energia, do ensino superior e da saúde, ao abrigo das linhas de crédito que gostaríamos ver renovadas e reforçadas. 

São muito positivas as referências sobre o desempenho das empresas espanholas, envolvidas na execução de projectos nas áreas que antes referi, e merece especial destaque o trabalho realizado por um consórcio espanhol, que tem feito um trabalho notável no que se refere ao levantamento do potencial mineiro de Angola, pois tem vindo a fazer o mapeamento geológico de algumas zonas do território nacional, o que constituirá uma ferramenta fundamental para conseguir a atracção de investidores para esse sector. 

Senhor Presidente,  

Excelências,  

Não posso deixar de referir a preocupação dos empresários espanhóis que fazem negócios em Angola com a questão da dívida, que é, muitas vezes, um factor inibidor para o incremento da sua actividade, bem como para a atracção de outros investidores que olham para o nosso país como um potencial destino dos seus investimentos. 

Quero a este respeito transmitir alguma tranquilidade, porque estamos a fazer um esforço para saldar todas as dívidas devidamente certificadas, pesem embora as dificuldades temporárias que o país está a atravessar, agravadas ainda mais pela crise sanitária mundial que estamos todos a enfrentar.  

Gostaríamos de encorajar os empresários espanhóis a investirem em Angola, nos sectores da agro-pecuária, nas pescas, no turismo, nas diferentes indústrias extractivas e de transformação, nos têxteis, na indústria farmacêutica e em outras áreas do seu interesse, pois poderão obter importantes vantagens competitivas na colocação dos bens produzidos localmente nos mercados externos, designadamente no mercado africano, no quadro da Zona de Livre Comércio Continental Africana. 

Importa realçar que o Executivo angolano realizou, nos últimos anos, importantes reformas económicas e alterou legislação diversa, no sentido de simplificar os procedimentos de investimento directo na economia nacional, de modo a tornar o mercado angolano mais atractivo.  

Senhor Presidente,  

Excelências,  

A pandemia da COVID-19 colocou-nos diante de desafios difíceis de serem superados, e pôs à prova a capacidade da Comunidade Internacional buscar soluções para fazer face a um problema inesperado que condicionou o mundo inteiro em termos de execução dos seus objectivos gerais. 

Finalmente, parece-nos estarmos hoje perante a possibilidade real de superarmos esse grande mal com maior eficácia e a perspectiva de se normalizar a vida em todas as vertentes, graças ao esforço da comunidade científica que nos proporcionou as vacinas. 

Acreditamos que, uma vez ao alcance de todos, vão garantir a segurança sanitária mundial e mitigar os impactos económicos e sociais negativos desta pandemia. 

A par deste problema, continuamos a viver uma situação de insegurança e de conflito em diversas regiões do planeta, designadamente em África, na Ásia, na América Latina e no Médio Oriente, onde o mesmo espírito e a mesma capacidade de conjugação de esforços utilizados no combate à pandemia da COVID-19 poderiam ajudar a promover o diálogo, visando a solução pacífica desses diferendos, com base no estrito cumprimento das normas que regem as relações internacionais e da cabal observância das pertinentes Resoluções do Conselho de Segurança das Nações Unidas. 

Estamos preocupados com a intensificação dos conflitos na região do Sahel, em Moçambique, no Corno de África, na Nigéria e na República Centro Africana, impondo-se, por isso, a necessidade da Comunidade Internacional, em articulação com a União Africana, prestar não só uma maior atenção a estas situações, como também mobilizar meios que ajudem os povos e países alvos das acções referidas a fazer face às acções dos grupos rebeldes. 

A República de Angola associa-se aos esforços da comunidade internacional na luta global contra as alterações climáticas, fenómeno que tem causado sérios danos em diferentes regiões do nosso planeta, incluindo Angola, que tem vindo a enfrentar seca severa nos últimos anos, com consequências muito sérias sobre a vida das populações e do gado das regiões mais afectadas. 

Senhor Presidente,  

Excelências, 

Com a assinatura de quatro importantes instrumentos jurídicos de cooperação, esta visita transmite uma importante mensagem aos espanhóis e angolanos sobre o carácter sólido das nossas relações.  

Mais uma vez, seja bem-vindo a Angola Excelentíssimo Senhor Presidente do Governo de Espanha. 

 A todos, muito obrigado pela vossa atenção! 

 

Fonte:Angop

 

 

 

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08-04-2021 Chefe de Estado encoraja investimento espanhol em Angola

O Presidente da República, João Lourenço, encorajou, esta quinta-feira, os empresários espanhóis a investirem em todos os ramos da economia angolana e a sua participação em projectos de investimento público.

O Chefe de Estado angolano falava durante as conversações oficiais entre os dois Estados, no quadro da visita oficial a Angola do Chefe do Governo de Espanha, Pedro Sánchez Pérez Castejón.

"A República de Angola encoraja o investimento privado directo de empresas espanholas em todos os ramos da nossa economia, assim como a sua participação na empreitada de importante projectos de investimento público" assinalou.

Notou que esses projectos de investimentos públicos, estão relacionados nos domínios das infraestruturas, da construção civil, da energia, do ensino superior e da saúde, "ao abrigo das linhas de crédito que gostaríamos de ver renovadas e reforçadas"

"Gostaríamos de encorajar os empresários espanhóis a investirem em Angola nos sectores da agro-pecuária, nas pescas, no turismo, nas diferentes indústrias extractivas e de transformação, nos têxteis, na indústria farmacêutica e em outras áreas do seu interesse.

De acordo com o Presidente João Lourenço, os empresários espanhóis poderão obter importantes vantagens competitivas na colocação dos bens produzidos localmente nos mercados externos, designadamente no mercado africano no quadro da Zona de Livre Comércio Continental Africana. 

O Chefe de Estado angolano considerou positivas as referências sobre o desempenho das empresas espanholas envolvidas na execução de projectos nas áreas referidas.

Destacou o trabalho realizado por um consórcio espanhol, "que tem feito um trabalho notável no que se refere ao levantamento do potencial mineiro de Angola, pois tem vindo a fazer o mapeamento geológico de algumas zonas do território nacional, o que constituirá uma ferramenta fundamental para conseguir a atracção de investidores para esse sector".

No seu discurso, a Chefe de Estado angolano referiu-se sobre a preocupação dos empresários espanhóis que fazem negócios em Angola com a questão da dívida, que é muitas vezes um factor inibidor para o incremento da sua actividade, bem como para a atracção de outros investidores que olham para o nosso país como um potencial destino dos seus investimentos. 

 A esse respeito, transmitiu alguma tranquilidade, "porque estamos a fazer um esforço para saldar todas as dívidas devidamente certificadas, pesem embora as dificuldades temporárias que o país está a atravessar, agravadas ainda mais pela crise sanitária mundial que estamos todos a enfrentar".

Informou, por outro lado, que o Reino de Espanha e a República de Angola desenvolvem, dentro do quadro estabelecido pelo Acordo Geral de Cooperação assinado em 1987, relações de cooperação intensas e com resultados que, por serem expressivamente satisfatórios, devem encorajar-nos a ampliá-las e a diversificá-las, no sentido de obtermos benefícios mais tangíveis para os nossos respectivos países. 

Para si, os factos têm demonstrado que o Reino de Espanha e a República de Angola têm sabido conduzir o diálogo entre si, na base da convergência dos seus interesses e da complementaridade das capacidades de ambos, deixando de parte preconceitos e questões de natureza subjectiva, que poderiam ter afectado a regularidade com que as nossas relações se desenrolam. 

"É dentro deste padrão de relacionamento que pretendemos que a Espanha continue a ser um parceiro fundamental do desenvolvimento de Angola, um país de imensas oportunidades e recursos de vária ordem, que estão disponíveis para os investidores espanhóis, conhecidos pelo seu engenho e pelo seu espírito empreendedor", assinalou

Realçou, também, o facto de o Executivo angolano ter realizado nos últimos anos importantes reformas económicas e alterou legislação diversa, no sentido de simplificar os procedimentos de investimento directo na economia nacional, de modo a tornar o mercado angolano mais atractivo.  

O Chefe de Estado angolano referiu-se à pandemia da Covid-19, cujos efeitos adversos "pôs à prova a capacidade da comunidade internacional".

"Finalmente, parece-nos estarmos hoje perante a possibilidade real de superarmos esse grande mal (...) graças ao esforço da comunidade científica que nos proporcionou as vacinas", afirmou. 

O Presidente João Lourenço entende que uma vez ao alcance de todos as vacinas vão garantir a segurança sanitária mundial e mitigar os impactos económicos e sociais negativos da pandemia.

O Estadista angolano manifestou preocupação com a intensificação dos conflitos na região do Sahel, em Moçambique, no Corno de África, na Nigéria e na República Centro Africana.

Quanto às alterações climáticas, deixou claro que Angola associa-se aos esforços da Comunidade Internacional na luta contra esse fenómeno, tendo sublinhado os efeitos da seca no sul do país.

Para o Presidente da República, a assinatura de quatro acordos de cooperação, previsto para hoje, entre Angola e a Espanha, transmite aos povos dos dois países "uma importante mensagem" sobre o "carácter sólido das nossas relações".

 

Fonte:Angop

 

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08-04-2021 Ministério da Economia e Planeamento trabalha com cooperativas

O Ministério da Economia e Planeamento (MEP) realiza hoje, quinta-feira, uma jornada de campo na província de Luanda, para fazer um ponto de situação dos apoios aos produtores nacionais e sobre a implementação do Programa de Apoio à Produção, Diversificação das Exportações e Substituição das Importações (PRODESI).

Um comunicado de imprensa divulgado nesta quarta-feira, refere que o MEP vai igualmente  fazer um ponto de situação sobre os apoios que estão disponíveis para os produtores nacionais e os operadores de comércios e a   distribuição em todos os municípios da capital.

De acordo o programa, durante três dias as equipas de trabalho vão visitar as unidades produtivas agro-industriais e operadores de distribuição e comércio.

“Tomar contacto com a sua realidade e prestar o apoio necessário para melhorar a sua produção é um dos objectivos”, destaca o documento.

Na capital angolana, o MEP vai também validar as opções Estratégicas de Longo Prazo 2050, junto do Governo Provincial e deverá fazer um diagnóstico geral do processo de implementação do Plano a Anual do Sistema Estatístico Nacional (PASEN).

Para a actividade de campo, de acordo com o documento, o MEP estará divido em três grupos de trabalho, sendo o primeiro Coordenado pelo ministro da Economia e Planeamento, Sérgio dos Santos, que vai trabalhar nos municípios do Cazenga, Cacuaco e Viana.

O segundo grupo será coordenado pelo secretário de Estado para a Economia, Mário Caetano João e vai trabalhar nos municípios de Belas, Talatona e Luanda.

O terceiro grupo será chefiado pelo Secretário de Estado para o Planeamento Milton Reis que cumprirá a sua missão nos municípios de Icolo e Bengo, Kissama e Kilamba Kiaxi.

Segundo a nota, na sexta-feira, 9,  a direcção do MEP vai manter um encontro de trabalho com os produtores da província de Luanda, em local a anunciar oportunamente.

Essa jornada acontece depois de as três equipas já terem efectuado  um trabalho similar nas províncias, do Zaire, Uíge, Malanje, Lundas Norte e Sul, Moxico, Cuanza Norte, Benguela, Bengo, Namibe e Cunene.

As próximas províncias serão as de Cabinda, Cuando Cubango, Huambo, Bié , Cuanza Sul e Huíla, finaliza a nota.  

 

Fonte:Angop

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08-04-2021 Vice-presidente da República desloca-se à Africa do Sul

O Vice-Presidente da República, Bornito de Sousa, viaja nesta quinta-feira para a República da África do Sul, onde permanecerá por alguns dias, em visita privada. 

A informação foi prestada esta quarta-feira, em nota, pelo Gabinete de Comunicação Institucional e Imprensa dos Órgãos de Apoio ao Vice-Presidente da República.

A África do Sul é um país localizado no extremo sul da África, entre os Oceanos Atlântico e Índico.

Fonte:Angop

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08-04-2021 Pedro Sanchez já em Angola

O Presidente do Governo de Espanha, Pedro Sánchez Pérez Castejón, já está em Luanda, onde chegou na noite desta quarta-feira, para uma visita oficial a convite do Chefe de Estado, João Lourenço.

No Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro, em Luanda, Pedro Sánchez Pérez Castejón recebeu cumprimentos de boas-vindas do ministro angolano das Relações Exteriores, Téte António.

A agenda de trabalho de Pedro Sánchez Pérez Castejón prevê, para quinta-feira, de manhã, a participação num Fórum empresarial Angola-Espanha. 

No mesmo dia, o Presidente do Governo de Espanha vai ao Palácio Presidencial da Cidade Alta, onde está previsto um encontro com o Chefe de Estado angolano seguido de conversações oficiais entre delegações dos dois países. 

Ainda no quadro da visita, Pedro Sánchez vai testemunhar, no Palácio Presidencial, a assinatura de diversos instrumentos jurídicos para o reforço da cooperação bilateral.

Ainda no Palácio Presidencial, segundo a agenda, as duas entidades prestarão declarações à imprensa.

No período da tarde, o Presidente do Governo de Espanha visitará a subestação da empresa ELECNOR, na Boavista, e o Colégio Salesianos Dom Bosco, no distrito urbano do Sambizanga.

Pedro Sánchez deixará Luanda a meio da tarde de quinta-feira rumo ao Senegal, segunda etapa da sua deslocação ao continente africano.

Desenvolvimento das relações bilaterais

As relações de cooperação bilateral entre Angola e o Reino de Espanha têm como base o Acordo Geral de Cooperação, assinado a 20 de Maio de 1987, e o Acordo Complementar ao Acordo Geral, assinado em Novembro de 1987.

A cooperação entre os dois países tem-se intensificado no sector empresarial com a presença de empresas espanholas em Angola.

Em 2008, o Reino de Espanha concedeu uma linha de crédito a Angola no valor de 600 milhões de euros, com vista a estreitar a cooperação bilateral entre os dois países. 

Em 2009, o Reino de Espanha concedeu uma nova linha crédito a Angola no valor de 500 milhões de Euros, gerida pela Companhia Espanhola de Seguro de Crédito à Exportação-CESCE, para incentivar as exportações entre os dois países.

As linhas de crédito fizeram com que o volume de negócios entre Angola e Espanha tivessem alcançado aproximadamente mil milhões de euros em 2011, contra os setecentos e cinquenta milhões de euros em 2010.

 

Fonte:Angop

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07-04-2021 ENI-SPA quer Investir Sete Mil Milhões de Dólares em Angola

A petrolífera italiana ENI-SPA pretende investir em Angola sete mil milhões de dólares em projectos nas áreas de pesquisa de produção, refinação e de energia solar, nos próximos quatro anos.

A informação foi avançada pelo director executivo da ENI- SPA, Guido Brusco, esta nesta terça-feira, 6 de Abril, depois de ter participado na audiência concedida pelo Presidente da República, João Lourenço, ao Presidente do Conselho de Administração da companhia petrolífera, Claudio Descalzei.

Guido Brusco disse que existem muitas áreas com grande potencial no país para serem exploradas na província de Cabinda onde estão a ser avaliados alguns projectos, e no Namibe onde está previsto um investimento de 50 Megawatts para substituição de energia eléctrica em energia renováveis.

O responsável disse que os projectos em carteira vão criar vários empregos e poderão ser implementados no primeiro semestre do próximo ano.

A delegação da ENI-SPA abordou igualmente com o Presidente João Lourenço os projectos da companhia petrolífera desenvolvidos nos últimos três anos em Angola, bem como outros projectos em carteira ligados à agricultura e ao sector da saúde, vocacionados à formação de profissionais de saúde dos hospitais públicos.

Ainda no domínio social, Guido Brusco destacou projetos em curso nas província de Cabinda, Huíla e Namibe, tendo beneficiado nesta última província 19 mil pessoas com água potável, energia e serviços de saúde.

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